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24/05/2012 10h57 | Atualizada em 24/05/2012 13h58
Na última terça-feira, 22, Brasil e Itália assinaram um memorando de entendimento para promover a indústria náutica brasileira. O acordo foi selado entre o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, e o diretor-geral do Ministério do Desenvolvimento Econômico da Itália, Pietro Celi.
A parceria tem o apoio da ACOBAR (Associação Brasileira dos Construtores de Barcos e seus Implementos) e da UCINA (União Nacional dos Estaleiros e das Indústrias Náuticas e Afins), que vão criar Grupos de Trabalho com o objetivo de identificar as potencialidades para o efetivo estabelecimento de empresas produtivas no setor naval de origem italiana no Brasil.
De acordo com o documento assinado, Brasil e Itál
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Na última terça-feira, 22, Brasil e Itália assinaram um memorando de entendimento para promover a indústria náutica brasileira. O acordo foi selado entre o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, e o diretor-geral do Ministério do Desenvolvimento Econômico da Itália, Pietro Celi.
A parceria tem o apoio da ACOBAR (Associação Brasileira dos Construtores de Barcos e seus Implementos) e da UCINA (União Nacional dos Estaleiros e das Indústrias Náuticas e Afins), que vão criar Grupos de Trabalho com o objetivo de identificar as potencialidades para o efetivo estabelecimento de empresas produtivas no setor naval de origem italiana no Brasil.
De acordo com o documento assinado, Brasil e Itália devem comprometem-se a trabalhar pela implantação de polos de náutica esportiva, estimulando a instalação de empresas italianas do segmento e a transferência de tecnologia, com foco no setor de peças e equipamentos para embarcações. O acordo também prevê a formação de mão de obra local.
“O Brasil tem um enorme potencial a ser explorado neste setor, em razão da costa extensa e dos grandes rios e lagos”, afirma Pimentel. O País possui 8,5 mil quilômetros de litoral e alguns dos maiores rios do mundo, com potencial de desenvolvimento do turismo náutico e da náutica esportiva.
“A indústria náutica italiana é madura e já passou pelo que hoje estamos passando no Brasil, que é o amadurecimento do mercado. Com isso, aumentaremos nossa produtividade, volume de produção e, consequentemente, teremos melhores preços, tornando nossa indústria mais competitiva. A troca de tecnologia entre as empresas dos dois países no fornecimento de peças, materiais e equipamentos será fundamental para atingirmos esta competitividade e com certeza este acordo propiciará a realização de intercambio de cooperação entre as empresas”, diz Eduardo Colunna, presidente da ACOBAR.
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