Energia
Jornal da Energia
18/06/2012 11h36 | Atualizada em 18/06/2012 14h53
Construção da hidrelétrica ganha porte e deve reunir 22 mil trabalhadores em 2013.
A demora na obtenção das licenças para a instalação e as greves na hidrelétrica de Belo Monte não devem afetar o cronograma das obras. Ao menos é o que espera a Norte Energia, responsável pelo projeto, que promete acelerar o passo nos canteiros de Altamira. Segundo o diretor de relações institucionais da companhia, João Pimentel, a força de trabalho na construção da usina deve chegar aos 22 mil funcionários em 2013. Hoje, são mais de nove mil trabalhadores, entre contratados e terceirizados.
“Estamos correndo atrás para que o atraso não interfira no projeto”, comentou Pimentel com oJornal da Energia, após ministrar uma palestra durante a Co
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Construção da hidrelétrica ganha porte e deve reunir 22 mil trabalhadores em 2013.
A demora na obtenção das licenças para a instalação e as greves na hidrelétrica de Belo Monte não devem afetar o cronograma das obras. Ao menos é o que espera a Norte Energia, responsável pelo projeto, que promete acelerar o passo nos canteiros de Altamira. Segundo o diretor de relações institucionais da companhia, João Pimentel, a força de trabalho na construção da usina deve chegar aos 22 mil funcionários em 2013. Hoje, são mais de nove mil trabalhadores, entre contratados e terceirizados.
“Estamos correndo atrás para que o atraso não interfira no projeto”, comentou Pimentel com oJornal da Energia, após ministrar uma palestra durante a Conferência das Nações Unidas Sobre Desenvolvimento Sustentável (Rio+20). O executivo disse que intenção é recuperar o tempo perdido com a demora da liberação e “quem sabe” adiantar o cronograma. Hoje, a obra segue de acordo com o estipulado no contrato de concessão, com a previsão de que primeira turbina seja ligada no primeiro trimestre de 2015 e a última, de um total de 18, até 2019.
Pimentel também comentou que o processo de negociação para o financiamento de cerca de 70% do orçamento de Belo Monte junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDE) segue de forma tranquila. “Até o final do segundo semestre devemos ter o início da liberação do desembolso”, estimou.
Questionado sobre a remuneração dos investidores após os investimentos previstos, de cerca de R$ 25,8 bilhões, Pimentel disse que o projeto reúne empresas experientes do setor e desqualificou críticas de que os retornos seriam muito baixos. "A taxa de retorno será adequada aos moldes deste tipo de investimento”, apontou.
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