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O Estado de S.Paulo
16/05/2012 10h19 | Atualizada em 16/05/2012 13h53
O Shinkansen (ou simplesmente trem-bala), estreou durante os Jogos Olímpicos de 1964 no trajeto Tóquio- Osaka. As composições se deslocavam a uma velocidade de 217 quilômetros por hora, algo bastante avançado para a época.
De lá para cá o país estabeleceu uma rede de mais de 2,5 mil quilômetros de trilhos percorridos em alta velocidade, e tratou de acelerar ainda mais seus vagões.
Hoje, os principais trechos que conectam as grandes e populosas metrópoles nipônicas são percorridos a uma velocidade de 300 quilômetros por hora. Consequentemente, a cultura dos trens rápidos se tornou uma das marcas nacionais.
Agora, é a vez da vizinha China chamar a atençã
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O Shinkansen (ou simplesmente trem-bala), estreou durante os Jogos Olímpicos de 1964 no trajeto Tóquio- Osaka. As composições se deslocavam a uma velocidade de 217 quilômetros por hora, algo bastante avançado para a época.
De lá para cá o país estabeleceu uma rede de mais de 2,5 mil quilômetros de trilhos percorridos em alta velocidade, e tratou de acelerar ainda mais seus vagões.
Hoje, os principais trechos que conectam as grandes e populosas metrópoles nipônicas são percorridos a uma velocidade de 300 quilômetros por hora. Consequentemente, a cultura dos trens rápidos se tornou uma das marcas nacionais.
Agora, é a vez da vizinha China chamar a atenção do mundo com a inauguração de mais um trecho para trens rápidos, passando a concentrar a maior malha ferroviária de alta velocidade do mundo inteiro.
Com investimento de US$ 33 bilhões, 1.318 quilômetros de ferrovias rápidas foram construídos de uma vez só, dando vida à Harmony Express, inaugurada em julho do ano passado.
A linha liga Pequim, a capital do país, ao centro financeiro Xangai em 4h48. O sistema comum faz o mesmo percurso em 10 horas.
A obra, que levou 39 meses, foi concluída um ano antes da previsão inicial e foi a mais cara realizada desde a chegada do Partido Comunista ao poder, em 1949. O que comprova a ambição chinesa de se tornar uma potência neste tipo de transporte.
Até o final de 2013, a rede de altíssima velocidade chinesa já deverá ter superado os 13 mil quilômetros, somando quase o dobro de todas as linhas do tipo em todos os outros países.
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