Mercado
EFE
11/06/2012 13h35 | Atualizada em 11/06/2012 17h00
O primeiro-ministro do Japão, Yoshihiko Noda, disse nesta sexta-feira considerar necessária a reativação de dois reatores nucleares da usina de Oi para garantir a segurança 'do povo japonês', em relação à possibilidade de que o país sofra 'apagões' no próximo verão.
Noda explicou em entrevista coletiva que, apesar da reativação de Oi, este 'é um tema que divide o país', mas disse que assume a responsabilidade de proteger a segurança dos japoneses e que 'se aproxima a data para tomar uma decisão'.
Com isso, o chefe de governo do Japão indicou que deverá ordenar em breve à empresa proprietária da usina o reinício das operações, algo que segundo especialistas pod
...

O primeiro-ministro do Japão, Yoshihiko Noda, disse nesta sexta-feira considerar necessária a reativação de dois reatores nucleares da usina de Oi para garantir a segurança 'do povo japonês', em relação à possibilidade de que o país sofra 'apagões' no próximo verão.
Noda explicou em entrevista coletiva que, apesar da reativação de Oi, este 'é um tema que divide o país', mas disse que assume a responsabilidade de proteger a segurança dos japoneses e que 'se aproxima a data para tomar uma decisão'.
Com isso, o chefe de governo do Japão indicou que deverá ordenar em breve à empresa proprietária da usina o reinício das operações, algo que segundo especialistas pode ocorrer na próxima semana.
Após o Japão desligar seu último reator ativo no dia 5 de maio, a região que abriga a usina de Oi, Kansai (segunda mais povoada do país, com mais de 20 milhões de habitantes), só conseguiu gerar 85% da eletricidade que consumiu no verão de 2010.
Noda pediu a compreensão do povo japonês, incluindo a das pessoas afetadas pelo acidente ocorrido em Fukushima, e lembrou que os cortes no fornecimento de energia 'podem provocar situações muito perigosas', e representar um grande custo econômico para o país.
O governante lembrou que, desde a interrupção do funcionamento das usinas nucleares, o Japão depende em grande parte do petróleo - cujo provisão pode nem sempre estar garantida - para produzir eletricidade, o que pode encarecer as tarifas.
O primeiro-ministro garantiu que o governo e a proprietária da usina de Oi trabalharam durante meses para garantir sua segurança, inclusive no caso que ocorrer uma catástrofe natural como a do dia 11 de março.
27 de agosto 2020
02 de julho 2020
Av. Francisco Matarazzo, 404 Cj. 701/703 Água Branca - CEP 05001-000 São Paulo/SP
Telefone (11) 3662-4159
© Sobratema. A reprodução do conteúdo total ou parcial é autorizada, desde que citada a fonte. Política de privacidade