Energia
Valor
17/11/2011 11h00 | Atualizada em 17/11/2011 18h42
A Agência Nacional do Petróleo (ANP) abriu um processo administrativo para investigar as causas do acidente durante a perfuração de um poço no campo de Frade pela Chevron. A autarquia também informou, em nota, que poderá aplicar “medidas cabíveis” com base na legislação em vigor, sem entrar em detalhes. Às 12h30 de hoje começaram os trabalhos de cimentação do poço, passo anterior ao seu “abandono”, que significa fechar toda a estrutura aberta durante a perfuração que resultou no acidente. Esse trabalho deverá demorar 20 horas para ser concluído.
Ainda segundo a ANP, as imagens feitas por um robô submarino que funciona por controle remoto na área do vazamento “indicam
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A Agência Nacional do Petróleo (ANP) abriu um processo administrativo para investigar as causas do acidente durante a perfuração de um poço no campo de Frade pela Chevron. A autarquia também informou, em nota, que poderá aplicar “medidas cabíveis” com base na legislação em vigor, sem entrar em detalhes. Às 12h30 de hoje começaram os trabalhos de cimentação do poço, passo anterior ao seu “abandono”, que significa fechar toda a estrutura aberta durante a perfuração que resultou no acidente. Esse trabalho deverá demorar 20 horas para ser concluído.
Ainda segundo a ANP, as imagens feitas por um robô submarino que funciona por controle remoto na área do vazamento “indicam redução do vazamento” de petróleo, com volume menor que os 220 a 330 barris por dia calculados pela Chevron no dia 11, quando o acidente foi comunicado. A ANP informou que mancha de óleo está se dispersando para longe do litoral brasileiro e que isso “gera um aumento da superfície de mancha, com menor densidade de óleo”. E ainda que a diluição “é resultado do trabalho de dispersão mecânica realizada por navios que se encontram no local e por condições climáticas”.
Até o momento a Chevron não deu maiores esclarecimentos sobre as razões do acidente e nem sobre as medidas que estão sendo adotadas para contê-lo. Dos 18 navios que estão operando na área para conter o vazamento, dez foram cedidos pela Petrobras, Statoil, BP, Repsol e Shell e oito são da Chevron.
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