Energia
Reuters
25/05/2012 10h31 | Atualizada em 25/05/2012 13h55
Energias de Portugal afirma que busca "significativa exposição ao Brasil" para evitar riscos econômicos da Península Ibérica; principal alvo dos investimentos será energia limpa.
A Energias de Portugal informou nesta quarta-feira que prevê que seu lucro líquido crescerá a uma taxa de até 5% entre 2011 e 2015 e que o Ebitda aumente à média anual composta de 5%, apoiado no crescimento de nova capacidade hídrica e eólica.
A expectativa da companhia, segundo novo plano de negócios, é aumentar a capacidade instalada a 26,4 gigawatts (GW) em 2015 contra 23,2 GW em 2011, com os investimentos em tecnologias limpas eólica e hídrica representando 73% da capacidade daqui a quatro anos, ante 63% no ano passado.
A companhia ex
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Energias de Portugal afirma que busca "significativa exposição ao Brasil" para evitar riscos econômicos da Península Ibérica; principal alvo dos investimentos será energia limpa.
A Energias de Portugal informou nesta quarta-feira que prevê que seu lucro líquido crescerá a uma taxa de até 5% entre 2011 e 2015 e que o Ebitda aumente à média anual composta de 5%, apoiado no crescimento de nova capacidade hídrica e eólica.
A expectativa da companhia, segundo novo plano de negócios, é aumentar a capacidade instalada a 26,4 gigawatts (GW) em 2015 contra 23,2 GW em 2011, com os investimentos em tecnologias limpas eólica e hídrica representando 73% da capacidade daqui a quatro anos, ante 63% no ano passado.
A companhia explicou que, para além da forte exposição a eólicas e hídricas, haverá uma "significativa exposição ao Brasil".
"(Queremos) uma maior exposição a países de fora da Ibéria com um perfil de baixo risco", acrescentou a EDP, que vê mais de 60 por cento do Ebitda sendo gerado fora de Portugal.
A companhia informou que até 2015 prevê que a Energias do Brasil, controlada em 51% pela EDP, invista R$ 700 milhões por ano.
No novo plano de negócios divulgado pela companhia, o maior grupo industrial de Portugal afirmou que, entre 2012 e 2015, vai distribuir um dividendo anual equivalente a entre 55% e 65% do seu resultado líquido recorrente, tendo como piso 0,185 euro relativo a 2011.
Dentro de 4 anos, o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) deverá situar-se entre 4,5 bilhões e 4,7 bilhões de euros.
Em 2011, o lucro líquido consolidado da EDP subiu 7,9% para 1,332 bilhão de euros, tendo o Ebitda do grupo EDP aumentado 4%, para 3,756 bilhões de euros."(Haverá) a manutenção do perfil operacional diversificado e de baixo risco. Há resiliência do negócio, apesar do difícil ambiente macroeconômico e regulatório na Ibéria", afirmou a empresa.
A EDP, que tem como maior acionista e parceira a China Three Gorges (CTG), após ter feito um investimento operacional de 2,2 bilhões de euros em 2011, prevê um investimento médio de 2,1 bilhões de euros por ano até 2015, estimando fazer desinvestimentos financeiros da ordem dos 100 milhões de euros anualmente.
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